Theme by canceriangirl
'Para ela discutir era uma forma de demonstrar amor, paixão. Quando ela desistia de alguém ela se tornava educada e concordava com tudo, até que se afastava, completamente' |17 years, Brazil
blogroll
themes
lovely
mine
+ moda
1 2 3 4

boyfriend-music:

No Mythologies To Follow“

Born free, hanging in the trees
And waiting for the duties coming for me
All we ever do is count the time, following something
Riddles in their diamond rings


via  targaryensrhaegar  (originally  boyfriend-music)

via  sua-vagabunda  (originally  xmarmuffyx)


via  sua-vagabunda  (originally  unicornio-maldito)


via  thekiing  (originally  quinze--para-meia-noite)
Ele me conta das meninas, eu conto dos caras. Eu acho engraçado quando ele fala “ah, enjoei, ela era meio sem assunto” e olha pra mim com saudade. Ele também ri quando eu digo “ah, ele não entendeu nada” e olho pra ele sabendo que ele também não entende, mas pelo menos não vai embora. Ou vai mas sempre volta. Mas meu melhor amigo é meu único amor. O único que consegui. Porque ele sempre volta. E meu coração fica calmo.”

O Amor, Tati Bernardi. (via autorias)


via  autorias  (originally  not-save)
1 week ago · 52,485 notes · reblog
originally not-save · via autorias


via  pale-0rgasm  (originally  v-ene)
1 week ago · 4,110 notes · reblog
originally v-ene · via pale-0rgasm

E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, Você?
Você que é sem nome,
que zomba dos outros,
Você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?

Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?

E agora, José?
sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio, - e agora?

Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?

Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse,
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José!

Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja do galope,
você marcha, José!
José, para onde?

— Carlos Drummond de Andrade, “José”.   (via realismos)

via  realismos  (originally  ciclamefotografias)
“João era do tipo de pessoa que falava e não falava apenas por falar, ele falava pra machucar.”
— As mentiras contadas a João.   (via demografar)

via  demografar  (originally  pronuncio)

via  trytojustify  (originally  markahan)
antipoetico:

-

antipoetico:

-


via  trytojustify  (originally  involuntus)